terça-feira, 17 de outubro de 2017

Significados da arte | Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja

A convite do Museu Abade de Baçal colaboro na celebração do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja com duas visitas temáticas pelo nosso património religioso. Os percursos estão pensados para os meus alunos de História e Cultura Contemporânea da licenciatura em Línguas para Relações Internacionais e Arte e Património e Património Artístico das Licenciaturas em Arte e Design e Animação e Produção Artística. 
Mas todos os interessados também são bem vindos :)

A sociedade contemporânea e a arte cristã
18 de Outubro de 2017 
14.30h \ 16.30h
Museu Abade de Baçal e convento e igreja de São Francisco

Símbolos, gestos e expressões
18 de Outubro de 2017 
14.30h \ 16.30h
Museu Abade de Baçal e convento e igreja de São Francisco

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Belleville em Bragança | exposição «ENCONTRO» | Claire Archenault | Lika Kato | Luna Vaz | Michèle Rizet | Paola Afonso

Belleville em Bragança | exposição «ENCONTRO»


                                                        Claire Archenault
 Lika Kato 
 Luna Vaz 
 Michèle Rizet 
Paola Afonso

segunda-feira, 26 de junho de 2017

BELLEVILLE EM BRAGANÇA | EXPOSIÇÃO «ENCONTRO» | INAUGURAÇÃO SEXTA-FEIRA 7 JULHO ÀS 18H GALERIA HISTORIA E ARTE, BRAGANÇA

A aproximação entre estes dois territórios começou o ano passado, com a exposição dos autores portugueses em Paris, e prossegue este ano com a exposição dos autores de Paris em Bragança.

Este projecto organiza o encontro entre dois grupos de artistas: AAB (les Ateliers dArtistes de Belleville, Paris) e a galeria História e Arte  (associação cultural Tempo Líquido), em Bragança (Portugal).

Estes dois territórios, Belleville (20º bairro de Paris) e Bragança (capital de distrito, em Trás-os-Montes, nordeste de Portugal), encontram-se para tecer redes de complementaridade. Belleville é um bairro superpovoado com espaços de criação exíguos, situado em meio urbano, difícil, mas internacional e imediatamente acessível a um grande público. Bragança está envolvida por natureza protegida e goza amplos espaços urbanos, mas está longe dos principais centros de poder o que a confina a uma dimensão mais intima e local.

Em Maio de 2016, na primeira etapa do projecto, três artistas da galeria História e Arte, Carmelo Calvo (fotografo), João Ferreira - Janjã (escultor) e Miguel Moreira e Silva (artista plástico) acompanhados por António Fernandes (artesão de máscaras) expuseram as suas obras na galeria AAB. Nesta exposição, os autores mostraram o comum respeito que partilham no olhar crítico sobre o território.


No Verão de 2017, para a segunda parte do projeto, a galeria AAB  (les Ateliers dArtistes de Belleville) propõe à galeria História e Arte uma exposição coletiva «encontro» com Claire Archenault, Lika Kato, Luna Vaz, Michèle Rizet e Paola Afonso.

A inauguração é sexta-feira, dia 7 de Julho às 18.00h. A exposição fica patente até à primeira semana de Agosto na galeria Historia e Arte, rua Abílio Beça, 35, Bragança, Portugal.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Inauguração | Arquitectura por Luís Ferreira Rodrigues | 21 de Abril 2017 | 15h15 | Galeria História e Arte | Bragança

Capela de Santa Colombina, Gimonde, Bragança

A capela de Santa Colombina em Gimonde, Bragança é a obra que o autor nos convida a observar. A exposição do processo criativo que origina a forma parte da força do desenho. Desenho de arquitecto, traço longo, limpo e seguro. A mistura das formas desenhadas pelo arquitecto e do território é submetida pela ordem absoluta da geometria técnica. Então vemos tudo! Os planos, alçados e cortes e depois de esquadrinhado todo o espaço, até já não parecer deste mundo, vemos a obra habitada. Como é casa de Deus é o colectivo de devotos que a preenche. No retábulo do altar-mor, escancaradamente aberto para montes e montes de Trás-os-Montes, vemos Freixos, Castanheiros, Giestas e Urzes e “Deus viu que isso era bom” (Gn).

Desde 2007, quando iniciámos o projecto HISTÓRIA E ARTE, que tentávamos convencer o arquitecto Luís Ferreira Rodrigues a expor sua arquitectura na nossa galeria. Não foi fácil, mas a sua linguagem acompanha-nos desde o princípio. Ao seu talento devemos o nosso belíssimo logotipo (símbolo) e todos os laivos de contemporaneidade que se percebem na reabilitação do nosso espaço, e também em muitos dos nossos cartazes!

Em simultâneo poderemos desfrutar da instalação sonora de Mário Cardoso. Músico colaborador da nossa galeria que apresenta uma obra inédita criada para o momento.

Sobre a instalação sonora:
A instalação sonora “Ressoância(s)” pretende colocar a arquitetura aural como um meta-instrumento, onde os sons se assumem como veículos iluminadores de todo o espaço acústico. Na base do desenvolvimento desta obra está a convicção que os diferentes sons que habitam num espaço são elementos reveladores do próprio espaço.
Mário Cardoso

Sobre Mário Cardoso:
Natural de Vila Real iniciou os seus estudos musicais com autodidacta. Estudou com o Professor Doutor Paulo Vaz de Carvalho, concluindo o Curso Complementar de Guitarra Clássica na Calouste Gulbenkien Aveiro. Participou em vários cursos e masterclass com Samuel Guetta, Tomas Camacho, Timothy Walker, Filipe Mesquita Oliveira, Oliveira Lopes, Laurent Filipe e J. Carlos Sousa. Apresenta-se regularmente a solo ou integrando várias formações de música de câmara. Nos últimos anos tem realizado investigação na área da Música em diferentes contextos educativos e artísticos. Doutor em Ciências da Educação e Mestre em Pedagogia do Instrumento – Guitarra, é docente do Departamento de Educação Musical da Escola Superior de Educação de Bragança - IPB e docente da Classe de Guitarra do Conservatório de Música e Dança de Bragança.

 (+351) 93 428 16 42  | cardoso@ipb.pt

Programa completPLAST&CINE | EDUARDO SOUTO DE MOURA | VIDA E OBRA

terça-feira, 18 de abril de 2017

Convite | Comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios | Bragança

É com muito gosto que divulgo as actividades desenvolvidas pelos alunos de Mestrado de Educação Social: Educação e Intervenção ao Longo da Vida (1º ano); alunos da Licenciatura de Educação Ambiental (1º e 2º ano), Departamento de Ciências Sociais e Serviços Educativos Museu Abade de Baçal que convidam todos os interessados a participar na comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, hoje, dia 18 de Abril de 2017, das 14h30 até às 19h30, no centro histórico de Bragança (Igreja de São Vicente e Museu Abade de Baçal).

sexta-feira, 31 de março de 2017

Arq. Manuel Ferreira | 1927-2017


Arq. Manuel Ferreira | Novembro de 2011 | Exposição de Aguarelas  
Galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança | Fotografia cortesia de Manuel Teles

Escrever uma homenagem póstuma para o Arquitecto ManuelFerreira é imperativo apesar da dor da perda ainda me tolher o verbo… digo imperativo não pelos laços familiares nem pela amizade que nos relaciona mas porque o Arq. Ferreira, em conjunto com o filho João Ferreira, foi dos primeiros entusiastas com a ideia de uma galeria de arte em Bragança! Foi por isso também sócio fundador e artista estreante na nossa galeria. Aqui será sempre artista residente e aqui expôs as suas obras e orientou cursos de aguarela enquanto a saúde lhe permitiu. Urge-me pela partilha da sua sensibilidade celebrar o valor da sua vida e toda a arte que produziu! A sua militante crítica de arte foi um inestimável ensinamento que deixou a todos os que fomos receptivos ao seu olhar e atentos às suas palavras! Bem-haja Arquitecto! Continuaremos a tentar não o desiludir

Emilia Nogueiro 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Escultura | João Ferreira - Janjã | Incertezas partilhadas

Pendurado
(2016)
Madeira de Olmo
123 x 26 x 20 cm

Nascemos de cabeça para baixo
(2016)
Madeira de Castanho
110 x 51 x 46 cm

                                                                                                        fotografia João Barrote 
Encadeados
(2015)
Madeira de Olmo e ferro
139 x 83 x 26 cm

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Apresentação do livro de Poesia | Rafael Ángel García Lozano | Sexta-feira | 20 de Janeiro de 2017 às 17.30h | galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança

É com imenso prazer que vos convidamos para a apresentação do livro de poesia El tiempo purgante de Rafael Ángel García Lozano ilustrado por Antonio Pedrero

Sexta-feira, dia 20 de Janeiro, às 17.30h
Cá vos esperamos :) 


                                                                                Antonio Pedrero

Sobre o autor e a obra apresentada

Rafael Ángel García Lozano nació en Zamora en 1979. Es profesor de antropología en las Facultades de Psicología y Ciencias de la Educación de la Universidad Pontificia de Salamanca. También es profesor de Filosofía y Religión en enseñanzas de Bachillerato.
Es Doctor en Historia del Arte por la Universidad de Valladolid, Licenciado en Teología por la Universidad Pontificia de Salamanca, Licenciado en Estudios Eclesiásticos por la Universidad Pontificia de Salamanca y Diplomado en Magisterio por la Universidad de Salamanca. Dedicó su tesis doctoral al estudio interdisciplinar de la arquitectura religiosa contemporánea desde la arquitectura, la historia, la historia del arte y la teología, que fue calificada con Sobresaliente Cum Laude por unanimidad. Había comenzado esta línea de investigación con su tesina en teología, que le valió el galardón de Premio Extraordinario Fin de Carrera en 2004. Asimismo su trabajo de Grado de Salamanca versó sobre este mismo particular, siendo reconocido con el galardón de Premio Extraordinario de Grado de Salamanca en el curso 2010-11.
Cuenta con una cuarentena de publicaciones académicas sobre diversos temas de arquitectura, urbanismo, historia, patrimonio y teología y pastoral en revistas especializadas. También ha impartido numerosas conferencias sobre estos temas en diversos foros académicos y culturales. Colaborador habitual en prensa, ejerce la divulgación de temas urbanísticos y arquitectónicos, además de sensibilizar para el conocimiento y protección del Patrimonio Histórico. También es articulista en diarios de difusión regional como El Norte de Castilla.
Entre sus facetas destaca también la creación poética. Es miembro del Seminario Permanente Claudio Rodríguez con sede en Zamora. Cuenta con el III Premio Internacional de Poesía Treciembre fallado en abril de 2016. El tiempo purgante fue precisamente la obra premiada con ese galardón y es su primer libro de poesía.
Rafael Ángel García Lozano

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Boas Festas

O projecto HISTÓRIA E ARTE da Associação Cultural Tempo Líquido expressa os mais sinceros votos de um Natal de Paz e Esperança para todos!
O postal de Natal deste ano é decorado com o reflexo da janela da nossa galeria :) Cá vos esperamos!

sábado, 5 de novembro de 2016

INAUGURAÇÃO | exposição de escultura | João Ferreira - Janjã | 11 de novembro 17.30h | Galeria História e Arte




Escultura | João Ferreira - Janjã
Incertezas partilhadas
Sobre a exposição:
As esculturas de João Ferreira - Janjã reunidas na exposição Incertezas Partilhadas, foram produzidas entre 2015 e 2016. Este curto período de tempo foi e continua a ser profundamente violento em terrores globais partilhados quotidianamente. A opressão exercida pelo contexto histórico é inevitável, tal como a decorrente tentativa de fuga, de libertação. Neste campo de incertezas é onde se movem as narrativas criadas por João Ferreira - Janjã. Os coletivos e os comportamentos grupais são constante causa de reflexão plástica. O indivíduo entra na figuração pelos seus paradoxos risíveis. Agradece-se o humor usado como ferramenta de defesa na sacralização do objeto artístico, que simultaneamente amplia a comunicação que relaciona o observador com a obra.
A matéria mãe é a madeira. Seca, talhada e patinada, é sempre renovada no terreno a perpetuar o ciclo natural que as espécies autóctones selam na causa de sobrevivência sustentável que é compromisso persistente do autor.
Nos trabalhos de João Ferreira - Janjã são percetíveis os ecos de outras muitas vozes, de Hieronymus Bosch a David Bowie estamos lá todos, os mortais, é portanto uma exposição autobiográfica. 
Emília Nogueiro

Sobre o autor:
João Ferreira – Janjã, (João Manuel Vaz dos Santos Ferreira Rodrigues) nasceu em Bragança, 1960. Licenciou-se em Ciências Jurídicas na Universidade Portucalense do Porto. Desde finais da década de 90 que se dedica de forma permanente à escultura. Colaborou com mestres escultores Bijagós na Guiné Bissau. Frequentou o Mestrado em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Está representado em várias coleções privadas em Portugal, Espanha, Bélgica e França. Expõe de forma regular desde 2002.

(+351) 91 67 32 66 4 | ferreira.jrodrigues@gmail.com

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

João Ferreira - Janjã | escultura

Enquanto esperamos pelas novas esculturas de João Ferreira - Janjã (+ informação em breve) podemos ver no Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais:

Insistência
Escultura | João Ferreira – Janjã 
“Insistência” é o título da série de esculturas de João Ferreira em exposição no Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais de 15 de Setembro a 31 de Dezembro de 2016. O diálogo entre materiais orgânicos e inorgânicos, madeiras e materiais metálicos, permite ao autor explorar a plasticidade da inquietante fronteira que existe entre ambos. Os materiais orgânicos assumem linhas suaves, amplas e onduladas volumetrias expondo a fraterna empatia por tudo o que na continuidade se degrada. Enquanto os materiais inorgânicos imprimem os ângulos agudos, os vértices e as rupturas que dinamizam o diálogo sensitivo. A colecção de objectos escultóricos de João Ferreira agora exibida no Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais revela nos temas o desassossego da condição do indivíduo que é forçosamente também desassossego social apaziguado na Insistência da prática criativa. A vontade de transformar e reutilizar materiais desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do autor. Simultaneamente a talha das madeiras autóctones de Nogueira, Carvalho, Castanheiro e Olmo, evidencia a força do território que transpira dos materiais naturais que João Ferreira esculpe. EN